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Home»Entretenimento»‘Predador: Terras Selvagens’ expande universo do personagem com aventura agridoce e bons efeitos; g1 já viu
Entretenimento

‘Predador: Terras Selvagens’ expande universo do personagem com aventura agridoce e bons efeitos; g1 já viu

novembro 7, 2025Nenhum comentário0 Visitas

“Predador: Terras Selvagens”, que chegou aos cinemas nesta quinta-feira (6), traz uma proposta que ainda não tinha sido feita até então na franquia iniciada em 1987. A ideia é contar uma história estrelada pela raça de alienígenas caçadores, sem personagens humanos e que expanda o universo desses seres com elementos inéditos para o grande público.
O resultado é um filme interessante na sua forma, com bons elementos de ação e aventura, mas também com um toque de sentimentalismo inesperado que pode dividir opiniões, especialmente entre os que curtem a franquia.
Assim, o espectador é apresentado aos Yautja, um clã de predadores, que vivem num planeta remoto. Um deles é Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatang), que é considerado fraco e inferior aos outros — e é banido pela família. Para recuperar sua honra, ele parte para o perigoso e hostil planeta Genna, com o objetivo de matar uma terrível criatura, o que o faria ganhar respeito no clã.
Assista ao trailer do filme “Predador: Terras Selvagens”
No meio da caçada, ele encontra Thia (Elle Fanning), uma robô de alta tecnologia que ficou sem pernas após um ataque. Os dois formam uma aliança para sobreviver aos perigos do planeta e obter o que desejam. Mas algumas coisas inesperadas surgem em seus caminhos.
Universo perigoso e incrivelmente realista
O que salta aos olhos em “Predador: Terras Selvagens” é o cuidado de seus realizadores para expandir o universo dos predadores de maneira convincente. Assim, boa parte das cenas é feita a céu aberto, o que dá mais autenticidade que ambientes fechados de estúdio. Além disso, os efeitos visuais conseguem deixar as criaturas alienígenas bem realistas, como se elas fossem de verdade.
Um bom exemplo disso está nos seres que o protagonista encontra em sua jornada, que tem peso, textura, volume e outros elementos que ajudam a criar a sensações de realidade e perigo. O filme mostra que um pequeno animal pode ser, na verdade, uma arma explosiva, o que aumenta o risco para o predador.
Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi, de costas) enfrenta criaturas terríveis em ‘Predador: Terras Selvagens’
Divulgação
Também chama a atenção os rituais e os códigos de honra que os personagens apresentam, aliados aos que já eram conhecidos pelos fãs.
O mérito disso está na boa direção de Dan Trachtenberg, que não é novato nesse universo. O cineasta, também conhecido por “Rua Cloverfield, 10”, foi o responsável por “O Predador: A Caçada” (2022, disponível na Disney+), que conquistou muitos admiradores, além da animação “Predador: Assassino de Assassinos” (2025, também na Disney +). O diretor realiza boas cenas de ação e trabalha bem as referências tanto de “O Predador” quanto de “Alien”. Ele colocou a franquia de volta aos eixos depois do desastroso “O Predador”, de 2018.
Caçador de bom coração
O único “porém” é o fato do protagonista se mostrar mais sentimental do que os outros de sua raça. O filme tira de Dek, aos poucos, a dureza de seu comportamento e passa a se importar com os que estão ao seu redor, algo que nunca foi apresentado com tanta intensidade na franquia quanto neste filme.
Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi) tem uma difícil missão em ‘Predador: Terras Selvagens’
Divulgação
Por isso, parte do público pode torcer o nariz ao ver Dek tomando decisões mais “humanas” no decorrer da trama. Ele chega a abrir mão de alguns de seus objetivos para ajudar, por exemplo, a androide Thia. Para quem sempre gostou do estilo casca-grossa da raça do alienígena assassino, fica realmente estranho ver sua selvageria bastante amenizada. O estranhamento acaba se tornando, infelizmente, inevitável.
Outra questão complicada é o surgimento de momentos cômicos e até fofos à medida que a história avança. Embora eles sejam bem realizados e cumpram os seus objetivos, essa inusitada leveza soa fora do tom da série de filmes que se caracterizou por ação e suspense. Mas o roteiro, assinado por Patrick Aison, ousa em colocar cenas que despertam mais risos do que tensão, o que pode não funcionar muito bem para parte do público.
Adorável Androide
Uma das grandes responsáveis por essa leveza em “Predador: Terras Selvagens” é a robô Thia, vivida com gosto por Elle Fanning. A atriz convence como a androide tagarela e sensível, que vai, aos poucos, amolecendo o coração de pedra de Dek e mostra uma boa sintonia com seu parceiro de lutas. E essa química era importante porque, em boa parte do filme, apenas ela e o predador dividem a cena. Se eles não convencessem, o longa poderia não funcionar.
Thia (Elle Fanning) encara Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi) numa cena de ‘Predador: Terras Selvagens’
Divulgação
Fanning se mostra boa para fazer comédia e ação, apesar do excesso de falas dela em alguns momentos. Ela também interpreta outra personagem. Seria um spoiler revelar quem é. Mas o que dá para apontar é que a atriz consegue construir bem as personalidades distintas das duas.
Já Dimitrius Schuster-Koloamatang se sai bem com o difícil trabalho de atuar debaixo da pesada maquiagem e ter que falar o tempo todo o idioma do alienígena. Mesmo com as próteses e lentes do personagem, o ator conseguiu transmitir o que Dek sente, em especial numa cena do início do longa.
Embora não seja o melhor da franquia (posto este que ainda pertence ao primeiro filme, de 1987), “Predador: Terras Selvagens” acerta ao dar mais detalhes sobre o universo dos ETs matadores. Só poderia parecer menos um filme da Disney (que produziu o longa, através da 20th Century Studios) e ter um pouco mais de intensidade.
Ainda assim, pode ser que, nos próximos anos, fique mais interessante por sua ligação com “Alien”. Basta apenas caprichar um pouco mais e trazer de volta aquela tensão que todo mundo quer sentir quando o Predador aparece. Na telona ou na telinha.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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