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Home»Entretenimento»‘Cidade de Deus’ no Oscar: Os bastidores da única vez em que o Brasil teve 4 indicações
Entretenimento

‘Cidade de Deus’ no Oscar: Os bastidores da única vez em que o Brasil teve 4 indicações

janeiro 22, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Fernando Meirelles, Bráulio Mantovani e Guilherme de Almeida Prado falaram ao g1 sobre quando a produção não foi indicada para filme em língua estrangeira — e como isso foi bom. ‘Douglas Silva em cena de Cidade de Deus’, de Fernando Meirelles
Divulgação
No Oscar 2004, “Cidade de Deus” recebeu quatro indicações inéditas para o Brasil. E muita gente se lembra errado do que aconteceu. O filme brasileiro ainda aparece em listas de melhores de todos os tempos – inclusive da imprensa de Hollywood.
Talvez por isso, até hoje há quem justifique a ausência da produção na categoria de melhor filme internacional – filme em idioma estrangeiro, na época – em 2003 com uma esnobada do próprio Brasil, que teria selecionado outro.
Entenda como funciona a categoria de melhor filme internacional do Oscar
E isso não é verdade. O filme foi escolhido, sim, pelo país – quem não o indicou foi a Academia de Hollywood. Para a surpresa de todos, a coisa mudou no ano seguinte. Em 2004, a produção recebeu quatro indicações:
direção (Fernando Meirelles);
roteiro adaptado (Bráulio Mantovani);
montagem (Daniel Rezende);
e fotografia (César Charlone).
O g1 conversou com Meirelles, Mantovani e o cineasta Guilherme de Almeida Prado, membro da comissão que escolheu o filme em 2003, para contar os bastidores desta reviravolta. Assista ao vídeo acima.
O que aconteceu, afinal?
Há 20 anos, ‘Cidade de Deus’ concorria a 4 Oscars depois de não ser indicado em 2003
Para poder ser indicado ao Oscar, um filme precisa ser selecionado por uma organização de seu país de origem. Atualmente, no Brasil, isso é tarefa da Academia Brasileira de Cinema.
Em 2002, quando “Cidade de Deus” estreou, a responsabilidade ainda era da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Ao contrário do que muitos lembram, a comissão – formada por Almeida Prado, Walter Lima Júnior, Zita Carvalhosa e Maria do Rosario Caetano – escolheu, sim, o filme dirigido por Meirelles em parceria com a cineasta Kátia Lund.
Diretor de filmes como “A dama do cine Shanghai” e “Perfume de Gardênia”, Almeida Prado diz que a decisão foi unânime.
“Eram umas cinco ou seis pessoas, no máximo. Eu lembro que o Walter Lima Júnior nem foi à reunião, porque disse que era tão óbvio o filme, que ele mandou escrito: ‘eu voto no ‘Cidade de Deus’ e não preciso ir à reunião porque eu tenho certeza que é o filme. Não vou perder tempo discutindo’”, conta o cineasta.
Fernando Meirelles durante as filmagens de ‘Cidade de Deus’
Divulgação/Miramax
O problema, no fim, foram os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Para Meirelles, o problema foi que o filme não agradou os americanos que selecionavam os indicados da categoria.
“O que eles falavam é que quem votava em filme estrangeiro era só aposentado. Só o público muito velho, que tinha disponibilidade para ir à tarde ao cinema assistir a dois filmes por dia”, fala o diretor.
Como era necessário assistir a um número mínimo de filmes representantes dos outros países, membros mais ativos da Academia não tinham tanto tempo livre para se dedicar à atividade.
“A faixa etária de votantes era de 50, 60 (anos). E o filme não agradou esse público mais velho.”
A esnobada americana não foi bem-recebida ao redor do mundo. Até hoje, a ausência entre os indicados de 2003 aparece em listas de maiores injustiças do Oscar. Para o cineasta, seu filme tinha grandes chances de levar o prêmio.
“O filme tinha ido muito bem em Cannes. Tinha tido uma crítica, no mundo inteiro, muito boa. Acho que o ‘Cidade de Deus’ ganhou 48 prêmios internacionais de melhor filme, então ele tinha um pedigree, assim.”
A volta dos que não foram
Capa de blu-ray da versão internacional de ‘Cidade de Deus’
Divulgação/Facebook do filme
No fim, a esnobada não foi a pior coisa do mundo. Para ser elegível à maior parte de suas categorias, a Academia exige que uma produção seja exibida por um período nos Estados Unidos no ano anterior à premiação. Uma das poucas exceções é a categoria de filme internacional.
No entanto, um filme indicado na categoria não pode voltar a ser indicado na edição seguinte em outras categorias. Ou seja, se “Cidade de Deus” tivesse entrado para a lista em 2003, não poderia ganhar suas quatro indicações em 2004.
“Acabei me dando muito bem, porque acabei tendo uma indicação pessoal de melhor diretor e isso certamente ajudou a minha carreira”, diz Meirelles.
Para ele, ter membros votantes mais jovens nas outras categorias ajudou. Mas não é possível justificar apenas com isso.
Cena de ‘Cidade de Deus’
Reprodução
A Miramax, distribuidora internacional do filme e fundada pelos irmãos Bob e Harvey Weinstein, investiu na campanha para que “Cidade de Deus” fosse considerado ao Oscar.
Atualmente cumprindo sentenças de 23 e 16 anos de prisão por diferentes casos de estupro, na época Harvey era considerado um dos homens mais poderosos de Hollywood – e um dos mais influentes nas premiações.
“Por que o ‘Cidade de Deus’ conseguiu aquelas quatro indicações? Porque o Harvey Weinstein investiu. Está em cana hoje. Não estou falando bem dele, não. Eu me senti encontrando com um mafioso quando conheci o cara lá em Los Angeles”, afirma Mantovani.
“Mas ele tinha ligado para o Fernando e dito: ‘Olha, Fernando. Vou te falar uma coisa. As pessoas estão vendo o filme e estão gostando. Eu acho que vai ser indicado para melhor montagem, melhor fotografia e melhor roteiro adaptado. Você não tem chance’. Foi a única coisa que ele errou.”
Brasil fora da categoria
Fernanda Montenegro interpreta Dora no filme ‘Central do Brasil’, de 1998
Divulgação
“Cidade de Deus” foi a última grande esperança do Brasil para concorrer a melhor filme internacional do Oscar – uma categoria na qual o país não chega desde 1999, com “Central do Brasil”. Desde então, poucos tiveram o prestígio para, ou sequer a chance de, tentar uma vaga.
Para Meirelles, não é um problema com a produção nacional: “O Brasil tem escolhido sistematicamente os filmes errados. As pessoas das comissões escolhem os filmes que eles gostam, que eles acham que merece um prêmio, mas não o filme que teria chance no Oscar.”
O diretor propõe que os membros brasileiros da Academia de Hollywood escolham os representantes do país.
“Quem deveria indicar os filmes para o Oscar deveriam ser os caras da Academia, mas eles (a Academia Brasileira de Cinema) convidam amigos, pessoas que não têm nenhuma ligação com a Academia. Não estou tirando a qualidade de ninguém. Só falta conhecimento para o que serve para a premiação.”
O cineasta Fernando Meirelles
Jario Goldflus/Divulgação
Almeida Prado tem opinião diferente. Para ele, a categoria já sofreu muito nas mãos de membros votantes mais velhos e conservadores, mas tem indicado produções mais ousadas nos últimos anos. “Acho que (é porque) a gente não fez nenhum filme tão impactante quanto ‘Cidade de Deus’.”
“Agora por que isso? Porque, na minha opinião, tem um sistema que a gente criou primeiro com a Ancine, depois com o Fundo Setorial, que basicamente acredita que a gente não deve arriscar. Quando o Fernando Meirelles fez o ‘Cidade de Deus’, ele arriscou o próprio dinheiro dele para fazer algo que provavelmente hoje não seria feito no Fundo Setorial.”
Criado em 2006, o Fundo Setorial do Audiovisual apoia produção, distribuição, exibição e melhoria de infraestrutura. A ações são realizadas por meio de investimentos; financiamentos; redução de encargos financeiros de empréstimos; e valores não-reembolsáveis.
“Acho que a gente criou um sistema de seleção dos filmes que tenta eliminar o risco. Eles querem ter certeza. E isso no cinema não existe. Todos os cinemas do mundo só deram certo quando arriscam.”

Fonte: G1 Entretenimento

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