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Home»Entretenimento»Ebony fala de feat com Anitta em novo álbum: ‘É sobre a força da energia feminina’
Entretenimento

Ebony fala de feat com Anitta em novo álbum: ‘É sobre a força da energia feminina’

abril 7, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Ebony diz que indústria musical não sabe dividir a atenção entre as mulheres 
Ebony falou sobre o feat com Anitta para o novo álbum da artista, o “Equilibrium”. A música “Vai dar caô” nasceu em um camping de composições na casa de Anitta.
“Fui convidada pro estúdio que fica na casa dela. Achei que ia chegar numa cabine e ir embora. Do nada, abriu a porta. Era a mulher. Grito. Ela é muito querida. Foi uma troca muito absurda”, afirmou.
“A temática do álbum é sobre espiritualidade, brasilidade. Então é muito nesse lugar. A faixa que participo fala muito sobre energia feminina, a força da energia feminina. Jajá sai pra vocês ouvirem.”
A artista de 25 anos foi entrevistada no g1 Ouviu, o podcast e videocast de Pop & Arte do g1, nesta terça-feira (7). A conversa ficará disponível em vídeo e podcast no g1, no YouTube, no TikTok e nas plataformas de áudio.
Natural de Queimados (RJ), Ebony ficou conhecida por sua caneta bem-humorada, com letras sobre sexo, autoestima e política. Entre hits como “Pensamentos Intrusivos” e “Espero que Entendam” e repercussão nacional e internacional, a cantora já é um dos maiores nomes da nova geração do rap brasileiro.
Ebony é entrevistada no g1 ouviu por Dora Guerra e Guilherme Rocha
Kaique Mattos/g1
Ela acaba de lançar o álbum “KM2 Deluxe”, no qual traz letras mais políticas, e menos “engraçadinhas”.
“É só minha moleira fechando”, brincou a cantora sobre o amadurecimento musical. “Comecei a fazer rap aos 17 anos. Muito desse humor, mais simples da lírica, vem do fato que eu era uma menina de 17 anos. Agora ou uma mulher de 25. Não foi proposital, mas é um reflexo disso.”
O disco também traz um feat com Black Alien, a quem a artista exaltou a influência em sua formação musical. “Ele é o maior liricista do Brasil de qualquer gênero. Ele atravessou todos os gêneros musicais e se manteve rap. Tenho muito respeito sobre ele. Foi só um feat, mas foi o feat”, afirmou a artista.
Discurso em premiação
Outro ponto citado por Ebony durante a entrevista foi o discurso feito por ela durante o WME Awards, no qual ela critica o prêmio de Revelação após sete anos de carreira.
“Então… chegou pra gente esse convite. E de primeira falei que não sabia se tinha a ver. Conforme fui me aprofundando pra me posicionar, a equipe do prêmio entendeu meu ponto. Eles entenderam, mas falaram pra não deixar de ir. Achei maneiro, porque posso evidenciar o que fosse preciso. Era acima do prêmio pra mim. Precisava fazer isso pela cultura e pela Nanda Tsunami. Essa garota é a verdadeira revelação.”
A artista aproveitou para falar sobre a falta de representatividade e a estrutura de grandes gravadoras e selos.
“A indústria quer mimicar a estadunidense. As labels estão pegando uma para cada e botando para guerrear. A partir do momento que você tem uma, a empresa não vai querer ter outra. A indústria e o mundo não sabem como dividir a atenção entre as mulheres”, desabafou a rapper.
“Espero Que Entendam”
Ebony é entrevistada no g1 ouviu
Kaique Mattos/g1
Ebony também comentou a repercussão de “Espero Que Entendam”, faixa em que cita e ironiza diversos nomes masculinos da cena nacional, como L7NNON. “Fiz músicas brincando com artistas homens que eu já conheço. Eles não responderam porque são inteligentes”, afirmou.
A artista ainda falou sobre a comparação da faixa com algumas diss tracks (músicas criadas para atacar ou insultar outros artistas publicamente). Como exemplo, citou o recente embate entre Kendrick Lamar e Drake. “A deles foi uma que tirou sangue e afetou a autoimagem um do outro. Não considero a minha nem uma diss”, diferenciou a artista.
Ela ainda criticou a falta de investimento visual e performático nos palcos. “O problema é que rappers homens não fazem espetáculos. Vou me locomover pra ver um cara com um microfone e um sonho apenas?”, questionou a artista.
Durante o bate-papo, Ebony também defendeu a liberdade artística acima de qualquer julgamento moral sobre as composições. “Eu acredito na liberdade artística, estou aqui para defendê-la acima de tudo. Para mim, arte é arte”, afirmou a artista. “Não estou aqui pra tentar ser puritana no rap”, completou.
Ebony ainda comentou sobre as tentativas de organizar diálogos mais estruturados dentro da cena do rap. “Já tentei fazer grupos com outros rappers para discutir política, mas não tem. A gente ainda está aprendendo a se portar, a ser mais empresarial”, avaliou. A cantora ainda afirmou que conseguiu ter conversas mais abertas sobre o tema quando começou a frequentar a cena da MPB.
Ela relatou encontros recentes com nomes da MPB, na casa de Caetano Veloso, onde o foco das conversas foi a composição e a estrutura das músicas. “Fiquei conversando sobre lírica com o Rubel”, contou.
A artista também falou sobre um possível feat com Adriana Calcanhoto, que a elogiou durante sua passagem pelo g1 ouviu. “Sinto que vai vir uma guia quente pra mim. Assim espero, Adriana.”
Adoção
Ebony relembrou os questionamentos da infância sobre sua identidade e a relação com os pais adotivos. “Mãe, por que você é branca?”, indagava a artista.
Ela contou que os pais só estudaram até a terceira série e não sabiam como explicar para a artista. Ebony ainda contou que descobriu que foi adotada aos 10 anos e que aprendeu sobre negritude no “limbo da internet”.
A artista ainda citou que os pais ficaram surpresos com o sucesso dela. “Mas acho que no fundo eles sempre souberam. Desde pequena, eu dizia que eu ia ser rica.”
Ebony é entrevistada no g1 ouviu
Kaique Mattos/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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