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Home»Entretenimento»Musical sobre Trapalhão atiça memória afetiva com circo, humor e canções de Chico Buarque e Caetano Veloso
Entretenimento

Musical sobre Trapalhão atiça memória afetiva com circo, humor e canções de Chico Buarque e Caetano Veloso

março 17, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Rafael Aragão personifica com graça e credibilidade o personagem Didi Mocó, de Renato Aragão, no musical ‘Adorável Trapalhão’
Bianca Oliveira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Adorável Trapalhão – O musical
Dramaturgia: Marília Toledo
Direção: José Possi Neto
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Ao narrar a saga do humorista Renato Aragão do interior do Ceará até a consagração nacional, o musical “Adorável Trapalhão” atiça a memória afetiva dos telespectadores do programa “Os Trapalhões”, campeão dominical de audiência nos anos 1970 e 1980. Até porque a trajetória de Aragão se confunde com a desse grupo que teve várias formações, mas permanece cristalizado no imaginário do Brasil como o quarteto integrado por Renato Aragão (atualmente com 91 anos) – intérprete do personagem Didi Mocó – com Dedé Santana (ator que fará 90 anos em abril), Antônio Carlos Bernardes, o Mussum (1941 – 1994) e Mauro Gonçalves, o Zacarias (1934 – 1990).
Em cartaz no Rio de Janeiro (RJ), em temporada que vai até 29 de março no teatro do Sesc Ginástico, o musical é ambientado em atmosfera circense, combinada com o humor de estilo pastelão que consagrou os Trapalhões e com a beleza plástica das encenações do diretor José Possi Neto.
Escrito por Marília Toledo, “Adorável Trapalhão” é musical encantador, gracioso, de visual colorido e estética orquestrada nos tons da alegria. Em cena, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são encarnados, respectivamente, por Rafael Aragão, Thales Torres. Rupa Figueira e Vicenthe Delgado.
Ator sobre o qual repousa a maior responsabilidade do elenco, Rafael Aragão construiu um Didi crível, tão terno quanto gaiato, sem cair no erro de imitar Renato. E cabe mencionar o talento luminoso de Miguel Venerabile, na pele de Renato Aragão quando criança, no início e no fim do espetáculo.
Diretor musical e arranjador do espetáculo, Marco França assina a trilha original em parceria com o letrista Fernando Suassuna. A dupla de compositores apresenta temas que evocam a origem nordestina de Renato e o início da carreira do artista no circo. Contudo, são os sucessos da música brasileira que contribuem para envolver o espectador na cena tropicalista.
Na fase áurea, o programa “Os Trapalhões” era vitrine disputada para o lançamento de músicas que geravam clipes memoráveis em que os cantores contracenavam com os humoristas. O antológico clipe-paródia de “Terezinha” (Chico Buarque, 1977), com Maria Bethânia, é reproduzido no musical de forma hilária.
Personificações de Ney Matogrosso e Roberto Carlos também são vistas em cena. Na pele de Ney, Alvinho de Pádua interpreta “Bambo de bambu” (Almirante e Valdo de Abreu, 1940).
Com as habituais tintas caricaturais, Roberto é vivido por Arízio Magalhães e tem o spiritual “Jesus Cristo” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970) cantado no espetáculo, cujo roteiro musical também rebobina composições veiculadas na série de especiais “Criança Esperança”, programa no qual Renato Aragão teve presença relevante como embaixador da Unicef, deixa para que o próprio Renato entre em cena para breve participação afetiva. São os casos de “Amigos do peito” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1991) e do samba “O que é o que é” (Gonzaguinha, 1982).
Músicas de Caetano Veloso (a marcha “A filha da Chiquita Bacana”, de 1977) e Chico Buarque (“Piruetas”, da trilha de “Os Saltimbancos Trapalhões”, filme de 1981) também pontuam a cena bem traduzida pelo canto de “O circo” (Sidney Miller, 1967) na abertura e no arremate do espetáculo.
O único senão do musical “Adorável Trapalhão” é a abordagem demasiadamente clean do racha entre Renato Aragão e os colegas do grupo por questões de dinheiro e ego na primeira metade da década de 1980.
Contudo, é justo reconhecer que, se esse tema pesado fosse mais desenvolvido, o musical corria o risco de perder a leveza cativante que diverte e por vezes até emociona ao transportar o espectador para algum lugar do passado da memória afetiva.
Ô da poltrona virtual: não perca esse adorável musical!
Thales Torres (à esquerda), Rupa Figueira (ao centro) e Vicenthe Delgado vivem Dedé, Mussum e Zacarias, respectivamente
Bianca Oliveira / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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