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Home»Entretenimento»Após hit nº1, cantora de ‘Guerreiras do K-Pop’ grava em MG e torce por Oscar: ‘Vamos manifestar’
Entretenimento

Após hit nº1, cantora de ‘Guerreiras do K-Pop’ grava em MG e torce por Oscar: ‘Vamos manifestar’

dezembro 2, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Audrey Nuna, cantora de ‘Guerreiras do Kpop’, fala sobre sucesso do filme
Audrey Nuna produz suas próprias músicas há alguns anos, mas nada poderia tê-la preparado para 2025. A cantora e rapper coreano-americana, hoje com 26 anos, vinha crescendo aos poucos, marcando um lugar na indústria. E desde 2020, aparecia no meu Spotify com algumas de suas músicas descoladas, com jeitão de “artista promessa”.
Mas ninguém poderia prever que ela estaria na música mais ouvida no mundo deste ano.
No filme “Guerreiras do K-Pop” (“K-Pop Demon Hunters”), ela dá voz (nas músicas) à personagem Mira, do girl group fictício HUNTR/X. O filme foi lançado em junho e foi um sucesso estrondoso, inesperado para todos os envolvidos: a essa altura, já é o filme mais assistido da história da Netflix. Dele, sete músicas entraram para o top 20 global do Spotify.
“É difícil não sentir a presença do filme em vários lugares do mundo”, contou a cantora ao g1.
Mira, Rumi e Zoey são as HUNTR/X em ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação
Uma delas é “Golden”, que está há 17 semanas no topo das paradas globais da Billboard. A música rendeu um disco de platina às cantoras do HUNTR/X (Audrey Nuna, Ejae e Rei Ami), e nem o novo disco de Taylor Swift conseguiu desbancá-las.
“Golden” ainda foi indicada a quatro Grammys, incluindo Canção do Ano — e se você perguntar especialistas internacionais de cinema, verá que há chances sérias de um Oscar de Melhor Canção Original. “Isso seria bem legal. Vamos manifestar”, brinca Audrey.
Na esteira desse turbilhão, Audrey Nuna passou semanas no Brasil e conversou com o g1. Ela falou da importância de “Guerreiras do K-Pop”, se emocionou com as conquistas recentes e revelou possíveis colaborações com Vitória Falcão (Anavitória), Mestrinho e Amaro Freitas. Veja abaixo:
Participação no filme
Audrey é de Nova Jersey e se lançou na música oficialmente em 2020. Desde então, ela foi conhecendo pessoas do show business e recebeu propostas para participar de vários projetos. Mas “Guerreiras do K-Pop”, em especial, a tocou de um jeito diferente.
“O filme fala de três garotas coreanas que não sentem que pertencem a lugar nenhum e precisam aprender a aceitar quem são por completo. E eu pensei: ‘isso é a minha vida também, sabe?’. É uma história que eu nunca vi sendo explorada nesse contexto cultural, ainda mais sendo um filme de animação. Então, fiquei imediatamente muito apaixonada pelo conceito e pela mensagem”.
Para ela, a representação de pessoas coreanas na cultura pop ainda é emocionante. Na infância, Audrey não estava acostumada a ver pessoas como ela: imigrantes coreano-americanos (“ou imigrantes de modo geral”) que crescem em um país que é seu lar, mas, ao mesmo tempo, têm uma cultura totalmente diferente em casa. “Tipo Hannah Montana”, brinca.
Audrey Nuna em foto do álbum ‘Trench’, de 2024
Divulgação
Foi ao ver gente como ela no filme “Minari” (2021), por exemplo, que Audrey sentiu uma emoção e uma identificação diferentes. Agora, ela é parte de um projeto que pode fazer o mesmo por outros imigrantes de origem coreana.
“Aconteceu a mesma coisa com ‘K-pop Demon Hunters’. Quando assisti na estreia, cinco minutos depois eu já estava chorando vendo um kimbap (comida típica coreana) animado. Então, é incrível fazer parte disso. E, além disso, ver esse tipo de progresso, como uma coreano-americana… ou como uma pessoa coreana, ponto… é muito tocante para mim.”
Recepção no mundo — e de vovôs coreanos
“Guerreiras do K-Pop” não ressoou só com a cantora. Semanas após o lançamento, Audrey começou a ver que esse filme seria um sucesso a nível global, muito diferente do que ela estava acostumada.
“Eu tinha viajado para Seul para fazer o Pentaport Festival, que é bem famoso. E lembro de sair de uma estação de metrô e ver um vovô coreano fazendo uma performance na rua com ‘Golden’. Isso bate diferente, porque avós coreanos são difíceis de impressionar. Foi muito, muito legal”.
Agora, enquanto conduz a carreira solo, ela se reúne de tempos em tempos com Ejae e Rei Ami para algumas apresentações e entrevistas como HUNTR/X. Audrey não sabe dizer se elas farão muitos projetos como um trio, mas diz que uma turnê “seria muito divertida”. Vale dizer que a continuação de “Kpop Demon Hunters” foi oficialmente confirmada, com lançamento previsto para 2029.
Rei Ami, Ejae e Audrey Nuna se apresentam como HUNTR/X no Jimmy Fallon
Reprodução/YouTube/NBC
“Estamos curtindo muito nos conhecermos melhor, vendo o impacto do filme no mundo e como ele une comunidades. Eu amo aquelas garotas, e seria muito legal ver formas de trabalharmos juntas no futuro. Mas, por enquanto, estamos vivendo um dia de cada vez. Temos o Grammy chegando, fizemos SNL, Jimmy Fallon… Estou curtindo conhecer as duas de forma mais pessoal”.
Música solo e parcerias brasileiras
O som de Audrey no trabalho solo, com o EP “A Liquid Breakfast” (2021) e o álbum “Trench” (2024), é uma mescla descolada de R&B, pop e rap. Ela diz que é uma “música forte, mas muito suave” ao mesmo tempo.
“Acho que minha música fala muito da minha infância — desse equilíbrio entre dois mundos, levar kimbap dentro de uma lancheira da Barbie, essa mistura cultural. Meu cérebro se sente confortável quando existe fusão, dualidade”.
“Minha música é muito forte, mas muito suave. Acho que é bonita, mas também áspera. Existe esse equilíbrio de sabores, sabe? Tipo comer sorvete com batata frita. Ou pão de queijo com doce de leite.”
Audrey Nuna em visita à Globo São Paulo, para entrevista no g1
Dora Guerra/g1
Foi para trabalhar em suas músicas, solo, que ela veio ao Brasil em novembro. Ela aproveita o bom timing da carreira, e diz que pretende fazer “as melhores músicas de sua vida”. A cantora passou semanas em Belo Horizonte, Minas Gerais, para gravar no belíssimo estúdio Sonastério.
Com a ajuda de sua empresária brasileiro-coreana, Audrey aproveitou para desbravar a nossa música. “Ela tem uma ‘old soul’. Curtiu Joyce Moreno, João Gilberto, Arthur Verocai e Milton Nascimento”, conta Paula, empresária da cantora.
Com quem Audrey encontrou por aqui, então? Ela cita vários nomes: o pianista Amaro Freitas, os músicos Paulo Novaes, Marcelo Dai e Erica Silva, e diz que “trabalhou em algo” com o sanfoneiro Mestrinho. Audrey também “manda um beijo” para Vitória Falcão, do Anavitória e, perguntada se vem aí um feat com a cantora brasileira, responde com uma risadinha.
“Os músicos daqui me inspiram muito. As pessoas também. Há muito ‘coração’ [em português] nos músicos, na música. Você sente a alma das pessoas quando fala com elas aqui”.
A artista diz que, por aqui, passeou bastante (“Cadê meu CPF?”, brincou). Foi ao Inhotim, à Pinacoteca, tomou um gelato de pistache em São Paulo. E achou inspiração até ao olhar para as ruas.
“Viajar sempre me inspira a encontrar partes diferentes de mim. E eu também adoro os carros daqui. Fiat Strada e Fiat Toro. Amo. Muito fofos (risos)”.

Fonte: G1 Entretenimento

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